terça-feira, 29 de Março de 2011

TESTE DE FILOSOFIA - 10º ANO


Teste de Filosofia
10º A
VERSÃO 1
GRUPO I
ASSINALE A ALTERNATIVA CORRECTA
1. A intenção é:
A – Uma decisão premeditada.
B – Uma escolha entre alternativas.
C - O modo como o resultado da nossa acção afecta os outros e também a nós próprios.
D - O que pretendo com a acção.

2. O motivo de uma acção é:

A - Um acto que resulta frequentemente de um processo denominado deliberação.
B – Um factor que torna mais claro o propósito da acção.
C – O objectivo de uma acção.
D -  A causa física de uma acção.

3. O chamado «dilema do determinismo» consiste no facto de:

A - O determinismo ser a crença de todas as pessoas.
B - O indeterminismo ser a forma de salvar a liberdade.
C -  O determinismo e o indeterminismo serem teorias que negam a liberdade da vontade.
D - O livre – arbítrio e o determinismo serem compatíveis.

4. O determinismo radical é a teoria segundo a qual:

A - O determinismo é incompatível com a crença no livre – arbítrio.
B - Há acções humanas que não decorrem de causas anteriores e por isso são livres.
C -  O determinismo é incompatível com a crença no livre – arbítrio e o determinismo é verdadeiro.
D -  O determinismo é incompatível com a crença no livre – arbítrio e as duas crenças são verdadeiras.
5 - Quem se opõe ao relativismo moral cultural, considera:
a)Que as normas morais nem sempre são correctas ou incorrectas.
b)Que todas as normas morais são correctas ou incorrectas consoante são consideradas correctas ou incorrectas numa dada cultura.
c)Que há uma diferença entre considerar-se numa dada cultura que algo é moralmente correcto e algo ser moralmente correcto.
d) Que a violação de qualquer dos direitos consagrados na Declaração Universal dos Direitos Humanos é eticamente permissível desde que seja permissível numa dada cultura.
GRUPO II
Leia atentamente o seguinte texto
Podemos assim apresentar as seguintes definições operatórias. Actos livres são todos aqueles cujas causas imediatas são estados psicológicos do agente. Actos não-livres são todos aqueles cujas causas imediatas são estados ou condições externas ao agente.

É claro que se definirmos livre-arbítrio desta forma, seguramente que existirá livre-arbítrio e a negação da sua existência pelos filósofos deve ser vista tal como é – sem sentido. É óbvio que todas as acções dos homens que atribuímos habitualmente ao exercício do livre-arbítrio, ou que dizemos resultarem de escolhas livres, são de facto acções que foram causadas pelos seus próprios desejos, pensamentos, emoções, impulsos ou outro tipo de estados psicológicos.
Walter T. Stace,
1. Identifique o problema filosófico abordado no Texto.
2. Exponha duas críticas à teoria presente no texto  partindo do argumento que se apresenta.

GRUPO III


Leia atentamente o seguinte texto

O motivo nada tem a ver com a moralidade da acção, embora tenha muito a ver com o valor do agente. Quem salva um semelhante de se afogar faz o que está moralmente correcto, quer o seu motivo seja o dever, ou a esperança de ser pago pelo seu incómodo; quem trai a confiança de um amigo, é culpado de um crime, ainda que o seu objectivo seja servir outro amigo para com o qual tem deveres ainda maiores. […]
[…] A felicidade que constitui o padrão utilitarista do que está correcto na conduta não é a própria felicidade do agente, mas a de todos os envolvidos — algo que os críticos do utilitarismo raramente fazem a justiça de reconhecer. O utilitarismo exige que o agente seja tão estritamente imparcial entre a sua própria felicidade e a dos outros como um espectador desinteressado e benevolente. […]
Um ser com faculdades superiores precisa de mais para ser feliz, é provavelmente capaz de sofrimento mais acentuado, e certamente está a ele exposto com mais frequência, do que um ser de tipo inferior; mas, apesar de todas estas desvantagens, não pode nunca desejar realmente afundar-se no que sente ser um nível inferior de existência. […] É melhor ser um ser humano insatisfeito do que um porco satisfeito.
Mill, O Utilitarismo

1.Enuncie as teses características do utilitarismo presentes no texto.
2. Apresente uma crítica kantiana a uma das teses utilitaristas presente no texto.
3. Quando o presidente americano Harry Truman decidiu lançar a primeira bomba atómica sobre a cidade japonesa de Hiroxima, matando de uma vez só mais de cem mil pessoas (civis inocentes), cometeu ou não um atentado contra a moral? Truman queria pôr fim à guerra o mais depressa possível e obrigar o governo japonês a render-se. Quis evitar a perda de muitos milhares de soldados e civis que teria lugar se a guerra se prolongasse. Lançar a bomba sobre Hiroxima tinha previsivelmente melhores consequências do que não o fazer. Se o valor moral das acções depender apenas das consequências, Truman não cometeu qualquer crime. A sua acção foi a correcta.
Como avaliariam Kant e Mill a decisão de Truman?



6 comentários:

  1. Olá! Queria agradecer perlo post, mas seria possível colocar aqui as soluções,ou então enviar por mail? fiacria grato. :)

    ResponderEliminar
  2. Mande-me se faz favor as soluções: ruipedroscp9726@yahoo.com
    Para este mail será melhor. Ficar-lhe-ia bastante agradecido. Tenho teste amanha, ajude por favor. Obrigado.

    ResponderEliminar
  3. Reparem que colocar as soluções no blogue iria incentivar a que os alunos vissem primeiro as respostas, na minha opinião e assim sendo, em vez de estudarem estariam apenas a ler e a copiar. Sou aluna pelo que sei como é fácil que os nossos colegas copiem uns pelos outros. Sei de uma colega que copia por mim quase todos os testes, mesmos nas perguntas mais fáceis. Tudo isto para dizer que seria facilitar o ócio e o pouco estudo dos alunos. Possivelmente, na minha opinião seria mais produtivo pedirem ao professor para corrigir os mesmo exercícios para que deste modo estudem e mostrem ao professor que estão interessados tenho a certeza que por muito ruim que seja ficará contente por revelarem empenho no estudo

    ResponderEliminar